OS PIORES ERROS QUE UM COMANDANTE PODE COMETER!!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Caros amigos, durante este pouco tempo que estou envolvido com a vela já fiz muitas bobagens no comando do meu veleiro (como vcs podem ver em muitos dos posts deste blog), mas já li, ouvi e vi muita gente fazendo bobagem também, então resolvi enumerar as maiores bobagens que se pode fazer em um veleiro, vamos lá:
- Encalhar o Bicho é clássico né?
- Deixar acabar a gasolina
- Deixar cair a âncora no pé (amigos doe viu, experiência própria)
- Velejar com a mestra fora do trilho do mastro (ehehe eu já fiz)
- Deixar de amarrar o motor, e ver o bichinho afundar como uma pedra....!!!! (arrepia só de pensar)
- Tomar uma ducha de esgoto no peito (o amigo estava no lugar errado e na hora errada, não fui eu não viu)
- Colocar o barco na água sem leme (eu fiz também)
Vamos engrossar esta lista, quem souber de mais ca&&das coloquem nos cometários.
Vamos não tenham vergonha, afinal herrar é umano né???
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Walnei, tenho um veleiro paturi (estar a venda no mercado livre), na primeira vez que coloque ele na agua, eu tá tão nevorso que não levei o mastro. bons ventos
ResponderExcluirFala Walnei,
ResponderExcluirvamos engrossar a lista...
- descer a âncora sem amarrar o cabo e ve-la afundar com todo o filame
- colocar o bote sem tampar o bujão
rsrsrsrs, e tem muito mais.
BV
Paulo Ribeiro
veleiro Bepaluhê
Oi Paulo, esqueci de colocar deixar cair o remo quando estava no bote... ainda bem que flutua...
ExcluirBom, já que todo mundo perdeu a vergonha, vou contar uma (de cada vez...):logo que comprei o Gaipava, resolvi deixar o motor na marina e o tanque de combustível no cockpit.Ocorre que existem dois ralinhos prá escoar água e eles estavam entupidos.Eu nem imaginava...aí, alto verão, chuva torrencial, o cockpit encheu d'água, o tanque boiou, balançou, e virou!! Vazou toda gasolina (uns 10 litros).Quando isso aconteceu, eu já estava em casa há muito tempo. Só fui entender o que aconteceu quando fui depois de uns 15 dias, e achei o cockpit com aquele cheiro nauseabundo, uma 'meleca' de dar dó, a pintura toda comprometida, o tanque virado de ponta cabeça,sem contar o perigo de incêndio, já que deve ter vazado aos poucos. Essa foi a primeira ca#¨&*da publicada. Habilitem-se por favor e vamos enriquecer esse tópico.rsrsrsrs
ResponderExcluirtenho um atoll,boa essa meu barco esta com o cockpit entupido de craca como limpalo.
ExcluirIhhhh, tenho uma vasta lista de orelhadas! Na época que tinha um barquinho menor, um marreco, cheguei a encalhar o barco em plena praia de Botafogo. O ocorrido se deu por uma soma de diversos fatores: excesso de cracas no leme (era tanta craca que o barco não respondia aos comandos), velas frouxas do motor de popa (quando fui dar partida nele elas pularam!) e cabo da âncora completamente enrolado no paiol (era tanta coca que não dava para dar um metro sequer de ferro)... Já no Atoll dei também minhas orelhadas, a primeira dela foi negligenciar a importância que uma boa corrente com uma boa âncora trazem para o fundeio, eu tinha uma danforth (a pior de todas) de 2,5 Kg, sem corrente e com uns 30 metros de cabo de fibra naturais... resultado: joguei dez vezes o ferro e não unhou de forma permanente!
ResponderExcluirOi Matheus, sabe que em todo o fundeio eu tenho a impressão de que estou fazendo errado, falta confiança!!
ExcluirBom, eu já dei minha contribuição (rs)... Das proezas listadas ai em cima eu já fiz todas (rs), e também já perdi mastros (plural) e lemes (plural) em veleiros sem motor! Depois até o motor eu resolvi perder! kk..., enfim, eu já fiz (e ainda ando fazendo) tanta cagada, que virei professor de vela!
ResponderExcluirJuca, você poderia nos contar como perdeu os mastros e os lemes e como se virou em uma situação dessas... sabe, estive pensando bem e percebi que não amarro o motor, só amarro o leme, então a partir de hoje vou amarrar o motor... Sabe que da arrepios toda vez que penso nisso.
ResponderExcluirBons ventos comandante!
Walnei, vamos por partes. O mar é um ambiente hostil e é preciso ter isso em mente. o barco é nossa célula de sobrevivência e devemos, ao máximo, contar com recursos que nos façam ficar dentro dele e secos em qualquer situação (seco o interior do barco, rs). A perda dos mastros ocorreu em um HC 14 que eu tinha e onde aprendi a velejar. Canal do porto de Santos. Eu me virei com um remo, a maré a favor e muita paciência... Os lemes foi em um dingue e em um laser. No dingue eu estava muito fora do Porto, depois da ultima bóia. Usei as pernas como leme, fiquei "meio no barco, meio fora" e trouxe o bnarco para a praia numa empopada. No laser consegui reboque. Nessa do motor, do jeito que foi, eu só fiquei meio assim por conta do preju ($$).Mas não me senti em perigo. Tinha vento, velas, leme e quilha. Tanto que nem pedi socorro, voltamos para a marina velejando (apenas com uma certa cara de bunda!). Quem vai ao mar, se avia em terra!
ResponderExcluirA primeira velejada é sempre bem complicada né?? Na minha estréia eu acabei dentro da água para desencalhar o barco e o pior tinha platéia e tudo...
ResponderExcluirQuando velejava de Guanabara (barco de madeira) tive um incidente: com muitos amigos (as) a bordo e muito bom vento, caçei os panos para fazer bonito e então crash: O mastro não resistiu e se partiu, tombando a sotavento junto com os estais e panos. Daí foi recolher os destroços e ligar o motor. Somente a retranca (um toco de madeira maciça) pesava tanto que o barco nem possuia burro...
ResponderExcluirFelizmente a tralha caiu ao mar e não feriu ninguém.